25 abril 2011
AMIGOS SÃO ANJOS QUE MORAM NA TERRA.
Páscoa entre amigas.
Há cerca de três semanas todos os dias no encontramos e falamos sobre o feriado que se aproximava. Pois bem a “semana santa” chegou!
E com ela chegaram às visitas as famílias, os filhos, os irmãos, os cunhados, os enteados, os vizinhos, os amigos dos amigos...
Pra uma de nós o feriado significa gastura pra outra uma interrogação continua.
Uma de nós, foi de encontro com tudo e todos, vestiu-se de humildade e recolheu seu famoso gênio estourado, adentrou ao lugar de todos, a terra sem lei, a “casa da mãe Joana”, onde tudo parece permitido, mas os olhos dos outros lhe acompanham em um simples suspiro, tudo é observado e basta um passo em falso pra CASA CAIR, ou formar o BARRACO. Nesse lugar, todo cuidado é pouco e até o silencio é motivo.
A outra de nós, organizou atividades para sua família, que agora já não se faz numerosa, e com um modelo super-moderno da milenar instituição “FAMILIA”, esperava por viver a páscoa, ao menos sem sustos.
As duas começaram alinhadas, penteadas, sorridentes, e com esperança de que tudo fosse bom como de fato poderia ter sido.
Infelizmente, apesar das melhores intenções... Nada foi como poderia ter sido.
Uma de nós ao se encontrar em tamanha selva de pessoas sedentas por um deslize, se tornou tão calada e amedrontada que seus músculos endureceram. A dor que ela via, doeu nela, ali nem tudo era dito, mas era entendido. Essas visões foram transformadas em dor física, se medicou, e dessa vez ela não agiu como de costume.
Ela não gritou, não escancarou a verdade na cara dos outros, nem mesmo deu indiretas sobre o que lhe fazia mal, se calou, e sozinha já em um lugar seguro, ela chorou.
A outra nessas alturas do feriado santo, que de santo só tinha o nome, já se sentia desconfiada de que os planos de dias felizes não iam se consolidar. E não se concretizaram. Agiu em coerência com seu comportamento, respondeu pontualmente a todas as indiretas, diretas, e com bravura tirou cada uma das nuvens escuras que pairaram sobre sua cabeça e da nova família.
Entre dizer e não dizer, com intenção ou sem nenhuma...
Ela ficou com a razão.
E também ficou com olhos marejados, cabeça quente, um pouco de tristeza, e por derradeiro ficou sem sua páscoa planejada.
Depois de dois dias e a noite que se passou, onde tudo as irritou, e nada as encantou, e o melhor lugar não teve nenhuma graça, motivo de ir ali já não fazia diferença, os sabores se amargaram e o desânimo as consumiu.
Nadaram e morreram na praia, sim elas imaginaram que poderia ser assim, mas acreditaram que não, lutaram bravamente, mas acabaram as duas frustradas contando decepções e calorias, cujas duas coisas só restavam ser digeridas.
Sentaram-se com poucas risadas (coisa rara entre elas), almoçaram, sem luxo, sem pessoas as rodeando, sem muito apetite, mataram a fome do corpo.
Mas nessa páscoa, e nesse almoço em específico, a dupla de amigas, pode levar pra mesa: sua verdade nos olhos, suas decepções nítidas e o sentimento de inconformismo compartilhado. Levaram à mesa também suas esperanças de dias melhores, a vontade de continuar lutando, discutiram novas estratégias pra seus antigos problemas.
A páscoa foi livre da hipocrisia, não foi a mais feliz, mas certamente a que mais se relacionou com o verdadeiro sentido da festa santa.
O renascimento, a ressurreição, o coração ferido e límpido, tudo pronto pra que as duas, em comunhão de seus sentimentos possam recomeçar!
11 abril 2011
A arte de falar e saber ouvir!
"Um dia da caça o outro é do caçador!"
Ando pensando bastante no que tange essa atmosfera.
Sinceramente tenho visto que esse aforismo não se aplica à minha vida.
Há muito tempo espero o dia de ser o “caçador” e nada.
Esperar também cansa, dói e machuca!
Ser boa ouvinte, acolher os necessitados e aflitos loucos por alguém que os ouça, ser paciente, esperar passar a dor do outro, esperar o momento “bom” pra poder desabafar sem ser chato ou repetitivo é tarefa árdua que aos poucos sufoca...
Pois bem... Sufoquei, engasguei, enchi, transbordei, segurei tanto que agora ando soluçando minhas palavras...
Tem dias em que “a ouvinte aqui”, resolve que se não pode falar, ao menos tem direito de não ouvir!
Nisso vocês ao menos tem que me dar razão!
E tenho dito.
Agora minha prioridade será minha própria dor, aflição, ansiedade, medo, carência e os meus mais infinitos sentimentos. Não sei se os afobados em despejar seu lixo emocional em mim sabem, mas “#ficadica”: EU também sinto isso tudo!
E por favor, me poupem do “mas eu te perguntei se você estava bem e você não disse nada”, ou do famoso “você é que não gosta de se expor”!
Sim eu não sou mesmo de ficar jogando os meus sentimentos e anseios aos quatro cantos, e pedindo socorro por cada unha que quebro...
Eu aprendi a ouvir, refletir e quando me é solicitado, e eu tenho alguma opinião sobre eu falo, mas quando nada tenho a dizer e a tristeza do próximo é grande me ofereço pra chorar junto!
Mas ô gente...
E comigo, quem vai chorar?
Quem suporta escutar o mesmo problema por mais de dez anos? Tudo tem limite e a paciência de todos tem!
Inclusive a minha...
O problema de todos é contado como uma novidade...
O meu é o de sempre (nem por isso não tenho vontade de desabafar sobre) e por isso todos se acham no direito de falar, falar, chorar, chorar, rir, rir, e quando chega minha esperada vez de falar... Antes do final da primeira frase...
Ah... Então ta tudo a mesma coisa! E vem a voz com a mesma ladainha de sempre... “Ainda bem que você é forte, se fosse comigo eu não daria conta”, e completam com mais um aforismo... “Deus dá o frio conforme o cobertor”, ah e isso é mesmo...
Nisso eu concordo com vocês, só que eu cansei de ser parte do cobertor de todo mundo, por que o meu frio também castiga sabiam?
Queridos amigos não pensem que estou aqui só pra reclamar de vocês. Estou aqui pra fazer um alerta, VAMOS OUVIR MAIS?
Será que só o nosso problema é importante?
Será que a pessoa que está nos ouvindo pode nos conceder seu tempo naquele tempo?
Será que ela também não tem algo a dizer mesmo que repetitivamente?
Será que só o que eu tenho a dizer é importante?
(antes de desabafar com alguém sempre me pergunto isso)
Outra coisa... Grandes risadas, sorrisos longos, lágrimas compartilhadas também podem ser um sinal de que preciso ser ouvida também.
Se antes de sentirem a energia do outro, já se derramou meio mundo em palavras, e aí já num alivio imediato após a descarga que se deu no ouvido do outro. é claro que o problema dele fica parecendo pequeno, afinal o seu se tornou mais leve, tudo ficou menos intenso pra você, então sente-se como se fosse leve para o outro, sem ao menos acabar de escutar a primeira frase.
Receitas são para bolos, para o ser humano e seus sentimentos só o tempo e a confiança é que dão a liga que fortalecem o vínculo e a possibilidade de encontrar um aliado!
Aliado pra mim, é alguém que lhe escuta com tempo, respeito, e quando nada pode fazer ainda lhe oferece o silêncio pra que você se sinta menos só e mais confortável em falar e não incomodar!
2011... O ano começou e eu ainda não tinha começado a falar, e nem deixado de ouvir, mas sempre é tempo.(raras exceções, tenho uma amiga boa e que já sabe me ouvir).
Com ouvidos cansados , língua afiada e sentimentos em ebulição dentro de mim, lhes digo que deixei pra trás minha carreira de analista!
Eu fiz análise por dez anos, paguei por cada hora que me deitei no divã, e sei o valor de cada palavra, lágrima e alívio que tive, e por isso não acho justo me sujeitar a escutar gratuitamente todas as criaturas do mundo, e pelo tempo que elas precisam!
Gente sem querer ser chata e sendo sincera como sempre fui:
“- Eu Renata, preciso de um tempo, já que não querem escutar, peço ao menos que não me façam ouvir!”
Os que me conhecem de verdade, sabem exatamente do que estou falando!
Os que não me conhecem, já fica a dica...
TO SURDA, como todo mundo, e para todo mundo!
(quase todo mundo...)
È só um tempo... afinal ninguém muda por completo, mas podem melhorar, evoluir e aprender, então essa pausa para meus ouvidos será como uma aprendizado pra mim e pra todos que usam e abusam da minha audição!
Lembrando que realmente eu nunca pedi a palavra... Eu não preciso apenas de ouvidos pra encher, preciso de confiar na pessoa, e de um tempo para que eu sinta que a pessoa não vai me ouvir por educação ou obrigação... Na realidade queria ter uma amiga como a Renata! E agora chegou a minha vez de conversar com o meu EU!
_Oi tudo bem?
_Tudo e com você?
_Levando...
_Quer conversar?
_Gostaria...
_Então será um prazer ouvi-la...
_Ok. O prazer ainda será todo meu em poder FALAR!
Ando pensando bastante no que tange essa atmosfera.
Sinceramente tenho visto que esse aforismo não se aplica à minha vida.
Há muito tempo espero o dia de ser o “caçador” e nada.
Esperar também cansa, dói e machuca!
Ser boa ouvinte, acolher os necessitados e aflitos loucos por alguém que os ouça, ser paciente, esperar passar a dor do outro, esperar o momento “bom” pra poder desabafar sem ser chato ou repetitivo é tarefa árdua que aos poucos sufoca...
Pois bem... Sufoquei, engasguei, enchi, transbordei, segurei tanto que agora ando soluçando minhas palavras...
Tem dias em que “a ouvinte aqui”, resolve que se não pode falar, ao menos tem direito de não ouvir!
Nisso vocês ao menos tem que me dar razão!
E tenho dito.
Agora minha prioridade será minha própria dor, aflição, ansiedade, medo, carência e os meus mais infinitos sentimentos. Não sei se os afobados em despejar seu lixo emocional em mim sabem, mas “#ficadica”: EU também sinto isso tudo!
E por favor, me poupem do “mas eu te perguntei se você estava bem e você não disse nada”, ou do famoso “você é que não gosta de se expor”!
Sim eu não sou mesmo de ficar jogando os meus sentimentos e anseios aos quatro cantos, e pedindo socorro por cada unha que quebro...
Eu aprendi a ouvir, refletir e quando me é solicitado, e eu tenho alguma opinião sobre eu falo, mas quando nada tenho a dizer e a tristeza do próximo é grande me ofereço pra chorar junto!
Mas ô gente...
E comigo, quem vai chorar?
Quem suporta escutar o mesmo problema por mais de dez anos? Tudo tem limite e a paciência de todos tem!
Inclusive a minha...
O problema de todos é contado como uma novidade...
O meu é o de sempre (nem por isso não tenho vontade de desabafar sobre) e por isso todos se acham no direito de falar, falar, chorar, chorar, rir, rir, e quando chega minha esperada vez de falar... Antes do final da primeira frase...
Ah... Então ta tudo a mesma coisa! E vem a voz com a mesma ladainha de sempre... “Ainda bem que você é forte, se fosse comigo eu não daria conta”, e completam com mais um aforismo... “Deus dá o frio conforme o cobertor”, ah e isso é mesmo...
Nisso eu concordo com vocês, só que eu cansei de ser parte do cobertor de todo mundo, por que o meu frio também castiga sabiam?
Queridos amigos não pensem que estou aqui só pra reclamar de vocês. Estou aqui pra fazer um alerta, VAMOS OUVIR MAIS?
Será que só o nosso problema é importante?
Será que a pessoa que está nos ouvindo pode nos conceder seu tempo naquele tempo?
Será que ela também não tem algo a dizer mesmo que repetitivamente?
Será que só o que eu tenho a dizer é importante?
(antes de desabafar com alguém sempre me pergunto isso)
Outra coisa... Grandes risadas, sorrisos longos, lágrimas compartilhadas também podem ser um sinal de que preciso ser ouvida também.
Se antes de sentirem a energia do outro, já se derramou meio mundo em palavras, e aí já num alivio imediato após a descarga que se deu no ouvido do outro. é claro que o problema dele fica parecendo pequeno, afinal o seu se tornou mais leve, tudo ficou menos intenso pra você, então sente-se como se fosse leve para o outro, sem ao menos acabar de escutar a primeira frase.
Receitas são para bolos, para o ser humano e seus sentimentos só o tempo e a confiança é que dão a liga que fortalecem o vínculo e a possibilidade de encontrar um aliado!
Aliado pra mim, é alguém que lhe escuta com tempo, respeito, e quando nada pode fazer ainda lhe oferece o silêncio pra que você se sinta menos só e mais confortável em falar e não incomodar!
2011... O ano começou e eu ainda não tinha começado a falar, e nem deixado de ouvir, mas sempre é tempo.(raras exceções, tenho uma amiga boa e que já sabe me ouvir).
Com ouvidos cansados , língua afiada e sentimentos em ebulição dentro de mim, lhes digo que deixei pra trás minha carreira de analista!
Eu fiz análise por dez anos, paguei por cada hora que me deitei no divã, e sei o valor de cada palavra, lágrima e alívio que tive, e por isso não acho justo me sujeitar a escutar gratuitamente todas as criaturas do mundo, e pelo tempo que elas precisam!
Gente sem querer ser chata e sendo sincera como sempre fui:
“- Eu Renata, preciso de um tempo, já que não querem escutar, peço ao menos que não me façam ouvir!”
Os que me conhecem de verdade, sabem exatamente do que estou falando!
Os que não me conhecem, já fica a dica...
TO SURDA, como todo mundo, e para todo mundo!
(quase todo mundo...)
È só um tempo... afinal ninguém muda por completo, mas podem melhorar, evoluir e aprender, então essa pausa para meus ouvidos será como uma aprendizado pra mim e pra todos que usam e abusam da minha audição!
Lembrando que realmente eu nunca pedi a palavra... Eu não preciso apenas de ouvidos pra encher, preciso de confiar na pessoa, e de um tempo para que eu sinta que a pessoa não vai me ouvir por educação ou obrigação... Na realidade queria ter uma amiga como a Renata! E agora chegou a minha vez de conversar com o meu EU!
_Oi tudo bem?
_Tudo e com você?
_Levando...
_Quer conversar?
_Gostaria...
_Então será um prazer ouvi-la...
_Ok. O prazer ainda será todo meu em poder FALAR!
30 março 2011
“Se você guardar, vai azedar!”
Rê... “Se você guardar, vai azedar!” E foi assim que minha amiga-irmã me abordou noutro dia...
Mininaaa levei um susto daqueles, logo eu a despachada, que falo tudo na lata e na hora que quero e bem entendo...
"Puiss ééé"...
Às vezes precisamos escutar de outro aquilo que vivemos dizendo aos outros.
Sabe quando seu copo enche?
Sua mente nem com esforço entende?
Sua cabeça fica a milhões e as palavras somem?
E você se vê na eminência de se culpar por algo que disseram pra você que era sua culpa, mas na realidade você nada contribuiu pra tal resultado.
Pessoas, assim como eu, feitas de carne, osso, e muito coração, costumamos ser explosivos, resolvidos, decididos.
Mas, quando se trata de dizer umas verdades necessárias para as pessoas que admiramos, respeitamos e amamos muito, a gente fica meio bobo né??
(BOCÓ MESMO)
Vai empurrando com a barriga, varrendo pra debaixo do tapete, fingindo que não ta machucando, escondendo de si mesmo sua própria dor!
Puxa vida! E ainda queremos acreditar que aquela pessoa, ou melhor, “A PESSOA” não faz por querer, só estava em um dia ruim, ou uma fase difícil, mas que vai passar.
Entendam a pessoa me faz mal e eu ainda acho que quem ta mal é ela, e me vejo pensando que tenho que dar tempo ao tempo, que preciso compreender, que eu estou sendo egoísta em querer dizer: “Psiu, você ta me magoando, sabia?”
O ser humano é mesmo uma criatura muito doida. Tem dias que gritamos com quem gosta da gente, por coisas pequenas e bestas. Noutro dia estamos lá, enfiando o rabinho entre as pernas e nos deixando ser corroídos pela mágoa (que nos azeda por dentro) que vai se multiplicando em nós, por achar que, quem nos maltratou não fez por mal.
E daí que não fez por mal, ou não foi premeditado, ou que não era a intenção... E daí...
Pouco importa, a pessoa fez, então é fato consumado, ponto! Me doeu, ofendeu, magoou, machucou, e agora eu vou é falar, de boa mas vou sim! Sem rodeios, sem muitos “tric tric”. Aff !!
Ai “Gsussss”...
Pra mim esse papo de deixa pra lá, já DEU!
Agora eu falo mexxxmo!
#prontofalei
ATENÇÃO: SE VOCÊ ESTÁ SE SENTINDO MAGOADO, FALE AGORA E NÃO SE CALE PARA SEMPRE!
Ps: Muito obrigada amiga (L.M.H.), aprendi hoje e espero que de uma vez por todas, “tudo que se guarda uma hora azeda!”
Ai gente, e falar é tão bom, dá uma alívio tão grande, a cabeça melhora, e a alma vigora!
Bjim prôces.
15 dezembro 2010
2011 bate a porta
O tempo voa (2011 bate a porta) a saudade de quem verdadeiramente amamos só aumenta e nós temos que enfrentar, encarar e ganhar!
A vida é injusta??
Por não ter gosto de sorvete com cauda quente de chocolate?
Por não ter cheiro de perfume como "euphoria CK"?
Por não escutarmos o barulho das cachoeiras o tempo todo? Por não sentirmos a brisa nos tocar e levantar nossos cabelos durante todo tempo?
E de verdade, por não vermos as pessoas que mais amamos todos os dias?!
Injusta essa vida? Talvez nem tanto,
nem tanto...
Não é assim o tempo todo, mas se driblarmos essa nuvem (feita de dever e ter que) que insiste em nos tirar os momentos que devemos dar prioridade sempre, podemos sim passar por tudo isso (coisas que nos fazem mais felizes) mais vezes... Talvez nós é que somos os injustos, por não sabemos o que realmente é fundamental e importante, e nos agarramos em vaidades e orgulhos idiotas perdendo a chance de ter o melhor mais vezes. E ser mais felizes.
Não se esqueçam a música já dizia...
"o pra sempre sempre acaba!"
Aproveite o agora, sorria, beije, cante, dance, inspire-se,transpire,
role na grama, sinta a chuva, os sabores, e o melhor de tudo ame, ame, ame.
Que 2011 seja de mais tempo e de mais amor!
Feliz 2011.
Rê (a "dementenua")
25 novembro 2010
TEMPO DE SER
Não há o que dizer sobre o tempo quando se fala em vida que é VIVIDA verdadeiramente!
Não temos como mensurar o tempo de se viver! Ou de se sentir, o que não tem muita diferença. O tempo de seguir em frente de rumo ao desconhecido, de olhar pra trás às vezes com alguma lágrima nos olhos e sentir falta de momentos, pessoas, e acontecimentos íntimos...
Definições de Tempo:
1.Série ininterrupta e eterna de instantes.
2. Medida arbitrária da duração das coisas.
3. Época determinada.
4. Prazo, demora.
5. Estação, quadra própria.
6. Época (relativamente a certas circunstâncias da vida, ao estado das coisas, aos costumes, às opiniões).
7. Estado da atmosfera.
8. Por ext. Temporal, tormenta.
9. Duração do serviço militar, judicial, docente, etc.
10. A época determinada em que se realizou um facto ou existiu uma personagem.
11. Vagar, ocasião, oportunidade.
12. Gram. Inflexões do verbo que designam com relação à actualidade!, a época da acção! ou do estado.
Em algumas conversas, tenho notado uma falta de tempo incrível das pessoas para com os outros e até para consigo mesmas, e isso me incomoda por demais.
Ninguém tem tempo! Todos trabalhando, estudando, mudando, correndo, exercitando, buscando coisas que muitas vezes nem sabem se é o que realmente estão procurando, e verdadeiramente querendo, desejando, almejando.
Antes de sair correndo e se descabelando, procurando, buscando, pare um tempo! Não muito tempo, só o necessário e se pergunte, pra onde está indo? Se lá realmente está o que se quer ? Ou onde se quer chegar? O que está exatamente no seu foco de busca? E se esse é o melhor caminho de se dirigir até lá?
Quem gasta tempo se perguntando onde e como ir, poupa tempo, fazendo assim sua chegada mais rápida. Nesse caso informo-lhes: Quem gasta agora poupa depois! E é assim que o prejuízo pode ser menor.
Muitos querem amar e serem amados, outros querem se apaixonar e perder totalmente o rumo, o fôlego e até a vergonha de ser feliz, jogando planos e metas criadas para tapar o poço vazio que carrega no peito pra fora de si. Sair por aí flutuando e enfim ter um porquê de deliciosamente perder o controle...
A paixão é a real tentação que fascina. Mas eu conto é um tanto arriscado e turbulento. É uma aventura e tanto, dessas que você vai de corpo alma e o que mais tiver dentro de si. E sim, pode apostar é uma das historias que você e eu vamos querer contar aos nossos netos, mesmo que a prole não advenha dessa surpreendente paixão.
Vale a pena mais essa definição, paixão é uma das palavras que mais gosto de ler e reler no dicionário, mexe comigo!
Paixão:
1. Impressão viva.
2. Perturbação ou movimento desordenado do ânimo.
3. Grande inclinação ou predilecção!.
4. Afecto! violento, amor ardente.
Quem já se apaixonou e sentiu seus pés fora do chão, o estômago na garganta, o grito mudo e viu seu próprio sorriso no olho do outro, sabe sim do que eu estou falando!
Ai ai... Pena que pra isso acontecer, nada é previsível! Mesmo não querendo se envolver, ou se está sem tempo para essa quase “doença”, lamento, pois a moléstia é “braba” a paixão quando bate, derruba e é NOCAUTE!
Joga-se a toalha. Não adianta a luta com algo que já te venceu! É como remar contra uma correnteza mais forte que sua própria força. E aí nesse momento tudo pode esperar, menos a urgência de estar junto!
A Paixão é a emergência da urgência, ou vice-versa!
É andar num avião caça e ainda se sentir atrasado!
Eu Renata, conto que prefiro as “paixonetas”, essas sim eu ainda tenho coração para aguentar!
Paixoneta:
1. Pequena paixão.
2. Namorico.
Depois desse suspiro que me fez levitar da cadeira a qual escrevo, devolvo meus pés ao chão e me lembro da realidade...
Voltemos ao “tempo”.
Quando olhamos uma foto antiga, um retrato, da época em que revelávamos o filme de nossas maquinas fotográficas analógicas, e nele encontramos além da imagem, marcas do tempo, como o desgaste do papel, o amarelado daquilo que foi aprisionado não só na cena captada, mas como em uma caixa que guardamos dentro de um armário, onde supostamente nossa MENTE quer salvar quase em desespero entre os dedos da consciência, um pouco daquele instante vivido e da sensação obtida mesmo que momentânea. Mas como lhes disse no papel da fotografia o tempo deixa suas marcas...
Nas pessoas os efeitos causados pelo decorrer e transcender da vida, o passar do tempo, não é muito diferente.
Momentos, épocas, tempos... Eles se vão e em nosso corpo deixam marcas. Como algumas manchinhas de catapora na infância, cicatriz de um corte daquele inesquecível
A alma também guarda marcas, manchas e algumas dessas nós escondemos tanto, que chegamos até a negar que tenhamos ainda aquele sentimento quase que desconhecido (à força) em nós.
Olhando pra minha vida agora, e vendo o meu tempo como em uma linha, há dez anos saí da casa dos meus pais. Me vi fora daquela fortaleza. Virei ás costas ao ninho aconchegante e deixei o porto seguro.
Fui eu de encontro ao mundo, sem lenço, documento e sem medo! Fui de peito aberto, mas de coração nada esperto, caí, sofri, perdi, chorei e fiz do meu travesseiro meu maior conselheiro. É assim que se aprende a aprender. É ouvindo que se entende o motivo pelo qual se deve ouvir, e é ouvindo muito que um dia você aprende a falar. Tempos difíceis mais de muito orgulho. Sabe quando se olha pra trás e vê burradas idiotas que hoje você não teria realizado? Pois é! Só errando pra aprender a acertar! Ainda hoje eu erro demais. E aí aprendo mais e mais.
É a experiência deixa a gente mais experiente!
E daquele dia que saí pra buscar minha vida, até hoje contando em tempo são 10 anos de luta, briga com livros que pareciam aumentar as páginas a cada folha que eu já bastante cansada lia. Brigas com o espelho que mesmo com a auto-estima GRANDE era o próprio sarcasmo na minha frente. Fora as longas e intermináveis sessões de terapia, procurando exatamente o quê?
Aquilo que saí de casa em busca lhes garanto que não é.
E olha que eu rodei por muitos cantinhos desse BRASILZÂO! Mas a busca também não era de um lugar, para o meu desolamento.
Mas como não canso de dizer em tempos de mulheres frutas, GRITO ao mundo que sou mulher bambu, envergo e muitas vezes me vejo chegar ao temido chão, mas não me quebro! O tempo também se encarregou de me dar o molejo necessário para enfrentar as curvas da perigosa, porém deslumbrante, estrada da VIDA!
Eu ainda não me deparei com a minha independência e nem mesmo ganhei o mundo. E se querem saber isso não me entristece, ou me deixa mal humorada e sem ânimo para seguir adiante. Cada dia a vontade se multiplica, e assim que vai...
Acontece minha gente que a “tal liberdade” que eu não entendia bem o que era eu sempre tive! E tenho, e prezo por demais.
Coisa boa é ser livre. Mesmo que debaixo do teto dos meus amados e espetaculares pais, ser livre sempre esteve dentro das minhas propriedades. Primeiro porque mesmo tendo a família unida que tenho, todos são livres e podem ser como quiserem. Isso assusta tanto, que eu mesmo já me peguei cortando, minhas asas!
Lá na minha casa o limite é o limite que se consegue chegar... Fui tão longe, e não cheguei nem perto daquilo que busco.
Pausa para um bom caso de infância...
Em uma viagem de ônibus do interior para a capital de Minas Gerais, eu por volta dos 5 ou 6 anos, disse a minha sábia mãe: “- O que é liberdade mãe?”, ela com muita serenidade e olhos brilhantes que acompanhavam atentamente meu comportamento, e um tanto preocupada em me dar uma resposta da qual seria de fácil compreensão, desferiu a seguinte resposta firmemente:
“- É uma das melhores coisas que temos Renata. É exatamente o contrario de se ver um pássaro lindo dentro de uma gaiola, que por maior que seja, não deixa de ser gaiola, e o pássaro ali dentro se sente preso.”
Pronto nesse momento eu entendia o que era poder ir e vir, voar e retornar quando quiser, e também com o poder de sonhar e alçar voos longos e mais altos! Nesse mesmo momento eu me lembro que me curvei próximo aquele rosto maternal e disse...
“-Que bom mãe, que bom que eu sou livre!”
Enfim...
Por volta dos 12 me tornei tia, e “caí do galho” mas não perdi meu trono de filha querida, especial e forte.
Aos 17 já com a rebeldia a flor da pele... Descobri uma doença, e não por favor, não tenham pena nem mesmo sintam dó.
Essa doença me moveu pra frente, cresci no meio da dor e do amor. Sofri muito, mas aprendi tantas lições... Aprendi que limites só são impossíveis de serem ultrapassados para quem acredita neles. Aprendi que podemos nos esquecer de Deus, mas ele não nos esquece. Aprendi que um tempo pra conversar com quem se ama, não vai atrasar seu trabalho, nem empobrecer seu currículo, e sim aumentar suas experiências. Aprendi que quem troca está somando!
Eu aprendi que os idosos tem mais tempo, não porque já não tem mais o que fazer, e sim por já terem aprendido que a pressa não leva a lugar nenhum. E que se levar, corremos o risco de chegar adiantado e assim ter que engolir cru. Por isso eles esbanjam tempo! E com seus olhos de pálpebras mais flácidas por decorrência do tempo, ali é que você encontra uma biblioteca fantástica e viva!
Eu não quero mais a pressa, nem a lentidão, quero ter os meus 27 anos, assim gostando de cor de rosa, bala de goma, vestidos coloridos, colecionando Barbies, cantando muito, tomando sorvete no inverno e sentindo a chuva molhar minha roupa em uma tarde quente de verão... Lembrem-se a roupa seca, a chuva passa, o resfriado cura, mas o tempo infelizmente não volta...
A época, a moda, as leis, a opinião popular, a economia e suas taxas malucas, tudo passa! A pintura da casa, a paixão dos 3 primeiros meses de namoro, o entusiasmo pelo novo carro, a vontade de escutar a mesma música, de olhar a mesma paisagem e pelo mesmo ângulo.
Queridos, não tenho 90 anos, mas aprendi tantas coisas... É como se a vida tivesse me oferecido um supletivo e eu? Matriculei e fiz!
Fiz 60 anos em 27, mesmo assim não sei nada além daquilo que na dor e no amor, e com minhas próprias experiências pude aprender.
Ninguém nasce sabendo, mas quando se tem um impacto na vida os fatos ficam mais claros e passamos a viver como sempre me defino... “FESTINALENTEMENTE” é isso mesmo... Calma eu não xinguei ninguém, parece palavrão, mas significa “apressa-te devagar” é a pressa de ser devagar...
Pensem e reflitam, quando se faz algo com mais calma e vagarosamente cada detalhe é supervisionado, mais chance de fazer melhor, de aprender durante o processo de produção, seja de um desenho de casinha, seja de uma visita aos amigos, seja uma tese.
Eu quero mais é pintar minhas unhas de “rosa chicletes” de “azul cigarrete”, quero tomar água de coco deitada numa rede, quero ir trabalhar assoviando de alegria, quero deixar a lágrima presa escorrer e ganhar a face. Quero abraçar com tempo pra sentir o outro, quero beijar pra valer, quero comer pra saborear e não pra me encher...Gente... nós somos GENTE (pessoas), saca? Não somos e nem seremos robôs ou máquinas, que se programam, trocam o óleo e as peças que já não servem mais e no lugar são colocadas outras mais novas.
Não somos assim, não fomos criados e colocados nesse mundão para automatizar os sentimentos! Desligue o automático da sua vida pra você viver!
Somos seres que podemos ser incríveis se quisermos, que podem se emocionar, sonhar, chorar, amar, abraçar e sentir... “Caraca”, não é pouca coisa não!!
Sintam-se! Contem pra vocês suas próprias historias, deixem seu coração revelar para suas mentes o que vocês são realmente... É inevitável para a felicidade acontecer que você se conheça.
Só sabemos quem somos, quando nos deixamos ser! Então SEJAM! Entendamos que ponto fraco também é um dos nossos diferenciais, o que nos torna humanos e diferentes mesmo sendo iguais. Isso é que nos traz pra realidade de “MENTE NUA”.
Desejo pra 2011 um BOM TEMPO DE SER!
Ser você... e pra mim... serenata!
21 outubro 2010
Verdadeira & Doce LOUCURA
Psiu... o que é loucura pra você?
Resolvi escrever sobre “os loucos” depois de viver e saber sobre algumas experiências vividas por mim e alguns amigos que me contaram suas “loucuras”.No texto não tratarei de nomes ou loucuras especificas, e sim do que seja ou não observado por você ou outros sobre o que vem a ser uma verdadeira e
deliciosa loucura!
Esboçando a minha opinião, posso lhes dizer categoricamente que loucura, é não viver suas próprias verdades, não viver aquilo que você considera uma loucura ou até mesmo aquilo que você supõe que possa ser caracterizado como um ato insano pelos outros ao seu redor.
E eu aqui diante de vós, assumo que já vivi algumas das muitas verdades ou “loucuras” (classificadas por minha mente minúscula como loucuras) e cheguei a pensar que viver e me entregar à certas situações era uma loucura! E tenho que confessar de MENTE NUA foram maravilhosas verdades de minha alma que vivi.
Hoje (com a mente MAIÚSCULA) e mais calejada pela vida, penso que se fiz, é por que eu realmente acreditei no propósito. Se quis, ou ainda quero fazer, podem esperar... Eu vou adiante, louca, insana, sã, certa ou errada, desde que sem ferir outrem e sossegando meu espírito sedento de emoção vou “sem lenço e sem documento” em busca da minha loucura!
Vale dizer que não tenho motivos pra negar nada! Meus desejos, sentimentos, vontades, alguns gritos que não dei e me engasguei, erros que já cometi e me perdoei, e me perdoaram quando machuquei, quando feri, quando pedi perdão. Outros erros que ainda estou em processo interno para poder me libertar, e seguir perdoada e com a mente livre de fantasmas...
As injustiças que devo ter causado, mesmo que de maneira equivocada por acreditar estar com a razão em tal momento. Os envolvimentos que me permiti ter, com pessoas que talvez não fossem ou não são, aquilo que eu acreditei que eram. Sofrimentos que realmente SOFRI e doeu. Os tantos medos que venci, as vitórias que comemorei é por tudo isso que eu...
GRITO: - Tudo isso é parte de mim, é parte da Renata que viveu e aprendeu, lutou e venceu, caiu e se ergueu, mesmo que julgada por muitos, não compreendida por tantos e até condenada por alguns... Nada disso tem importância e não deve ter mesmo. O papo aqui é reto, eu comigo e cada um consigo.
Acontece que pra mim tudo valeu a pena, e VALE! Loucuras ou não cada sorriso e lágrima são parte do meu acervo pessoal. É disso tudo que sou feita, de cada segundo, minutos e momentos que unidos formaram o todo, esse todo, o meu todo.
Meu passado e o dia de hoje formam juntos, o conjunto daquilo que me tornei! Daquilo que EU SOU!
E sei quem e como sou.
Pecadora? Ingrata? Desvairada? Romântica? Inocente? Desconfiada?
Não sei... Digo um não aos rótulos, pois podemos ser tantos sendo um só, e mesmo sendo um só eu me permiti ser um tanto.
De tudo que hoje lhes confesso por esse testemunho, não classifico meus atos como sendo de pura e doce loucura, talvez de verdadeira lucidez!
Ainda com muito fôlego, afirmo com bravura e solidez, que apenas vivi tudo de maneira verdadeira e intensa! Como sempre digo, e quem me conhece confirma, eu sou INTENSA!
(E muitíssimo autêntica)
Pausa aqui...
Um comentário se faz necessário. Ser intensa e autêntica não me dá o direito de machucar pessoas, de mudar histórias que não são minhas, mas quando a verdade é minha, a culpa é minha tenho que vivê-las e ponto!
Não posso jogar as minhas verdades, loucuras, culpas e sentimentos na cara de quem me der na telha.
Principalmente de pessoas que não fazem parte dessas minhas e só minhas escolhas e mais ainda se elas não querem saber, se não me perguntarem se não se importarem, continuo dizendo são minhas as verdades, ou loucuras se assim preferirem dizer.
Certa vez escutei de um amigo, uma frase que me recordo sempre e procuro manter por mais difícil que seja viver isso...
“Posso não concordar com nada daquilo que tu digas, mas defenderei até o fim o teu direito de dizê-lo”.
Não sei de quem é a frase nem me lembro a situação que me foi dita, mas concordo e sempre me recordo dessa frase. Eu quero ser respeitada pelo meu direito de dizer, e isso não implica em dizer asneiras ou grosserias, mas de poder expor minha opinião quando requisitada ou quando achar que devo fazê-lo.
Depois de me analisar, e visualizar em minha mente, pessoas que muitas vezes são interpretadas como loucas, pelo simples fato de viverem e encararem suas verdades assim como eu, de maneira firme e de cara limpa, sem receio de “achismos” ou impressões dos outros, entendo que falar fulano é louco, ou Beltrano comete muitas loucuras, é uma maneira velada de conter-se, disfarçar, ludibriar suas próprias verdades e vontades!
Vai dizer que você nunca nem pensou em cometer um ato qualificado por você mesmo como insensato, desequilibrado e mesmo assim teve vontade de fazer?
Quem é que nunca quis cometer um ato “louco”?
Quem em seus pensamentos nunca se colocou em uma historia como protagonista de uma maravilhosa insanidade?
Quem nunca cometeu um ato de pura sinceridade consigo, ou seja sendo honesto com si mesmo, e foi taxado de louco, doido e etc. ?
Pois é, a diferença entre quem aponta os outros de loucos e os “loucos”, é que os loucos cometem os atos de acordo com sua vontade, sem muito pensar na opinião alheia, em rótulos, em suposições, sem pensarem no famoso “SE”!
Já os que vêem essas pessoas como os famosos “loucos” ou não tem coragem pra realizar o que tem vontade ou tem medo dos outros ou até de si mesmas!
(Pra mim, essas pessoas nem ao menos se conhecem!)
É muito sério isso... Pense quantas vezes ouvimos um caso e falamos: “Nossa como fulano é louco.” Será que é mesmo? Ou falamos porque nunca pensamos em fazer tal coisa? Ou se pensamos tivemos medo de enfrentar o próprio desejo e mais os milhões de “SE” que nos impomos?
Quero dizer para todos que na nossa realidade, no hoje, entre loucos e falsos normais, sempre salvam-se todos! Amém.
Os primeiros por que foram leais a si mesmos e os segundos por não arriscarem!
Não sou contra os loucos, e nem poderia, senão seria contra mim mesmo. Também não sou contra os “normais”, até porque esses não nos dão sequer a chance de conhecê-los em seus verdadeiros desejos.
Só que é bom eu dizer uma coisa aqui, para todos pensem com carinho! Atenção!! A vida não para, as pessoas são o que são, a única certeza é que
NINGUÉM ESCAPA DA VIDA COM VIDA!
Então vamos viver?
Com cuidado para não fazer mal ao próximo e não arriscando a sua vida (que é o único bem que não há dinheiro que pague), digo-lhes que viver suas loucuras de maneira saudável é tudo de bom. Como é...
Sem demagogias ou caretices, eu Renata não apoio coisas erradas, só que estou sempre do lado de quem usa a verdade de seu coração, a vontade, o desejo, a energia, a imaginação, e até mesmo seus mistérios para poder viver suas loucuras e insanidades desde que sejam benéficas pra você e que não acarrete problemas aos outros. Isso é sim possível.
Seja livre, seja você mesmo, seja louco mas mantenha-se são! E saiba que a melhor loucura é aquela que você não tem a mínima vontade de esquecer ou apagar da sua vida!
Mergulhe na insanidade e viva a vida que está pulsando em você!
Beijo da doida da Rê!
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